Eu e o Santo Daime

Por Léo Artese Conheci o Santo Daime, através do jornalista Romeu Graciano, um grande amigo e irmão espiritual, que fazia uma reportagem para a revista esotérica “Planeta”, em 1991. Fomos à cidade de Visconde de Mauá – RJ, procurar a Comunidade Céu da Montanha, presidida pelo Padrinho Alex Polari. Chegando em Mauá, meus sentidos percebiam que algo importante iria acontecer em minha vida. Foi muito difícil controlar minha ansiedade, e o deslumbramento com aquela paisagem

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Fundação da  Doutrina Santo Daime

Maria, a maior de todas as mães, inspira mais de dois bilhões de Aves Marias diariamente no planeta. Compartilhando o momento do encontro de Mestre Irineu, fundador da Doutrina Xamânica Santo Daime com a Rainha da Floresta,   Nossa Senhora da Conceição, contado por seus companheiros : A historia da Doutrina Santo Daime começa com o nascimento de Raimundo Irineu Serra, em São Vicente do Ferré no dia 15/12/1892 no Estado do Maranhão. Irineu um negro

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Doutrina Santo Daime

Ao Mestre Irineu, como passaria mais tarde à história, foi revelada uma doutrina de cunho cristão e eclético, reunindo tradições católicas, espíritas, esotéricas, caboclas e indígenas em torno do uso ritual do milenar chá conhecido pelos povos íncas como ayahuasca (vinho das almas) e por ele denominado Santo Daime. De uso bastante difundido entre povos indígenas da Amazônia Ocidental, a bebida é obtida pelo cozimento de duas plantas nativas da floresta tropical, o cipó Jagube

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Paz entre os Vegetalistas

Léo Artese É desafiante, falarmos abertamente sobre a nossa fé, temendo o preconceito, para não constrangermos nossos filhos, pais, amigos, numa sociedade que coloca rótulos e julga o tempo todo. É curioso as pessoas nos perguntarem se trabalhamos, se temos família e a opinião dela sobre o assunto, se não é droga, se vicia, se faz mal à saúde, se enlouquece. Muitos nos olham como pessoas diferentes! Quem sabe como uma versão atualizada dos hippies? 

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Plantas que curam

A antropóloga Beatriz Caiuby Labate é uma voz altiva e ativa no universo da pesquisa acadêmica brasileira sobre o uso das plantas de poder e, em especial, da ayahuasca (1). Aos 33 anos, Bia Labate já trilhou boa parte do vasto território-alvo de sua pesquisa e, literalmente, colocou o pé na estrada, nos últimos nove anos, viajando pelo Brasil, Peru, Colômbia, México e África. Suas andanças, em busca da gênese e da história de distintas

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