Calendário Voo da Águia 2020 – Brasil e SemFronteiras

XAMANISMO BRASIL E XAMANISMO SEM FRONTEIRAS Atenção: Sujeito a alterações JANEIRO De 10 à 12 – Sexta à Domingo – Centro de Estudos Voo da Águia Virada Musical Xamânica – Itapecerica da Serra Local : Sítio Lua Cheia – Itapecerica da Serra – São Paulo – Brasil info: http://www.vmx2020.com.br   17- Sexta – Xamanismo Brasil Jornada Xamânica Voo da Águia – Verão Local : Solo Sagrado de  Pachamama – Itatiba – São Paulo Info:  whatsapp:

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Marc Amiel – Entrevista – Sálvia Divinorum

Em entrevista à Leo Artese, Marc Amiel, o estudioso de Salvia Divinorum mais antigo no Brasil, fala sobre a composição etnobotânica desta fascinante Planta de Poder e sobre sua origem. Segundo ele, Sálvia Divinorum era utilizada por xamãs aztecas com finalidade de cura e também de expansão espiritual, ao contrário do que muitos pensam, não é recreativa. Acompanhe abaixo. Por: Léo Artese Léo: Amiel, você é a pessoa que está pesquisando há mais tempo a

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Vernon Foster – A Voz Lakota – Entrevista

Confira abaixo entrevista concedida a Leo Artese por Vernon Foster em 2010. Vernon é nativo-americano da etnia Klamath/Modoc e cresceu dentre os lakotas e Ojibwe, aonde recebeu o nome de origem lakota ‘Wakya Um Mani’ que significa “aquele que anda com o trovão”. Ele tem sido um ativista para o povo indígena norte-americano desde 1968 e é o diretor regional do movimento indígena no sudoeste americano. Vernon é um curandeiro que usa métodos de cura

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Céu da Lua Cheia – A História

Por Léo Artese O Centro Eclético da Fluente Luz Universal Céu da Lua Cheia teve sua raiz em 1992.  Em 1992, eu viajava para fazer a maioria dos trabalhos oficiais na minha Igreja de fardamento, o Céu da Montanha, em Visconde de Maua-RJ, comunidade dirigida pelo Parinho Alex Polari, e nas concentrações e outros trabalhos, frequentava a Igreja *Flor das Águas*, dirigida pelo antropólogo Walter Dias, no município do Embú das Artes (depois mudou-se para

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Entrevista – Candomblé Vegetariano

Leo Artese entrevista Iya Senzaruban Iya Senzaruban Conheci  Iya Senzaruban em um dos encontros de Buscadores que participamos, na Praia do Gonzaga, no início dos anos 90. Nesta oportunidade fiz um ritual do fogo e ela conduziu uma celebração de Candomblé na praia.  Filha de Oya Igbalé, foi iniciada no Candomblé aos 7 anos, filha de um ekede e de um ogã. Tornou-se mãe-de-santo aos 14 anos (deká). Ainda no início dos anos 90, começou

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