Vernon Foster – A Voz Lakota – Entrevista

Confira abaixo entrevista concedida a Leo Artese por Vernon Foster em 2010. Vernon é nativo-americano da etnia Klamath/Modoc e cresceu dentre os lakotas e Ojibwe, aonde recebeu o nome de origem lakota ‘Wakya Um Mani’ que significa “aquele que anda com o trovão”. Ele tem sido um ativista para o povo indígena norte-americano desde 1968 e é o diretor regional do movimento indígena no sudoeste americano. Vernon é um curandeiro que usa métodos de cura

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Céu da Lua Cheia – A História

Por Léo Artese O Centro Eclético da Fluente Luz Universal Céu da Lua Cheia teve sua raiz em 1992.  Em 1992, eu viajava para fazer a maioria dos trabalhos oficiais na minha Igreja de fardamento, o Céu da Montanha, em Visconde de Maua-RJ, comunidade dirigida pelo Parinho Alex Polari, e nas concentrações e outros trabalhos, frequentava a Igreja *Flor das Águas*, dirigida pelo antropólogo Walter Dias, no município do Embú das Artes (depois mudou-se para

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Entrevista – Candomblé Vegetariano

Leo Artese entrevista Iya Senzaruban Iya Senzaruban Conheci  Iya Senzaruban em um dos encontros de Buscadores que participamos, na Praia do Gonzaga, no início dos anos 90. Nesta oportunidade fiz um ritual do fogo e ela conduziu uma celebração de Candomblé na praia.  Filha de Oya Igbalé, foi iniciada no Candomblé aos 7 anos, filha de um ekede e de um ogã. Tornou-se mãe-de-santo aos 14 anos (deká). Ainda no início dos anos 90, começou

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CURANDEIRO – TRABALHO DE CURA

HINÁRIO “O CURANDEIRO” Iniciamos o Hinário Curandeiro, dentro do Solstício de Inverno em  21/12 / 2012,  a data  considerada como  um  final  de um ciclo de  5.125 anos  do Calendário Maia, onde marcava a transição de  uma Era. Ele nasceu inspirado nos  hinos de Cura dos Hinários  da Águia, Nova Era e Caminho das Virtudes.  Nesse primeiro trabalho, em 2012,  a corrente se reunião em volta de um Fogo Sagrado, e aos poucos ele foi

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Os atabaques e os Orixás

Os tambores tem um alto poder mágico e ao tocá-los expressam a consagração espiritual. Eles ligam os iniciados às divindades, o profano ao sagrado. Para a raça negra, o atabaque representa o Logos: ao mesmo tempo rei, artesão, guerreiro ou caçador, como se em uma voz múltipla, o ritmo vital da alma estivesse reunido nos momentos do toque. No Brasil, especialmente nos terreiros de candomblé, verificamos a presença fundamental dos atabaques e dos ogãs padrinhos

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