Inúmeros vegetais têm, para os Maués, forças mágicas, enquanto outros estão ligados “a sua organização tribal, aparecendo na denominação de seus clãs. Para afastar a Mãe-da-Doença, os índios Maués, costumam pintar-se com sumo de jenipapo e de urucum. Para que suas armas de caça e utensílios de pesca mantenham suas propriedades mágicas, costumam banhá-las com água de uma planta do igapó, denominada “jasmim de lontra”, depois de cuidadosa maceração. A vassourinha é usada, com cachaça, em fricções,
Trata-se de uma planta geradora de muitas polêmicas ! Parte da população mundial quer proibir, parte descriminalizar e outra liberar totalmente. Quem está com a razão? A maior parte das divulgações de pesquisas feitas até hoje, foi com criminosos. Ela circula na ilegalidade. Até agora, pouco se divulgou a respeito de milhares de pessoas que a utilizam para fins relaxantes, espirituais, meditação, recreação, etc. Até porque existe medo na pesquisa. Já ouvimos até dizer:
Canabis – Dr. Drauzio – Entrevista
Category: Medicinas Sagradas, Plantas de Poder, Universo Xamânico
*Dr. Drauzio Varella entrevista Dr. Elisaldo Carlini é médico psicofarmacologista e trabalha no CEBRID, Centro Brasileiro de Informação sobre Drogas, e é professor da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo.* Extraído do site https://drauziovarella.uol.com.br/entrevistas-2/maconha/ Embora do ponto de vista científico não esteja claro que a maconha possa provocar dependência química, não existe consenso popular da existência ou não dessa dependência. Muitos defendem tratar-se de uma droga que não vicia e
Bem no centro de um cômodo (de uma sala) (42) totalmente vazio de móveis, encontra-se a mesa de jurema. Sobre um pano estendido no chão, são colocados cachimbos (chamados de caqui e que serão usados de modo invertido para defumação), cruz de madeira, terço metálico, velas, garrafão com poncho de maracujá, cuias (cabaça), aribé da jurema (cuia grande com jurema – também chamada de anjucá), vidrinho com mel, pequena imagem de uma santa, fumo,
VIROLA (Virola Calophylla) – PARICÁ (Piptadenia / Anandathera Peregrina) Utilizados em pó como rapé. Vem das sementes leguminosas (paricá) ou das cascas do tronco (virola). Utilizado pelos índios brasileiros, as plantas são aspiradas através de tubos, pelas narinas. Paricá Há varios nomes para o Paricá : niopo, nupa, yopo, cohoba, niopa, nopa, yopa, jopa, yupa, curupa, niopa, cogioba, cohiba, coíba, kurupaiara, cebil, cevil, mori, hataj, hisioma, kakoímes, curuva, . Outros do Brasil :





