A verdade sobre testes em animais

Relato de Verônica F.

Eu fiz um trabalho temporário, durante um verão, que poucos outrosadolescentes pensariam em optar. Eu trabalhei em um laboratório de pesquisaem animais em um hospital famoso. Todos os dias eu chegava às 8 da manhã ecomeçava o meu dia. As coisas que eu vi podem chocar vocês, mas é tudo verdade.

Vocês podem imaginar o porquê eu decidi passar meu verão trabalhando em umlaboratório que matava rotineiramente centenas de animais. Eu passei o verãopassado trabalhando em uma clínica veterinária e amei. Desde então eu decidi ser uma veterinária e achei que seria bom conhecer o outro lado do trato com animais. Mas como o laboratório de pesquisas foi diferente da clínicaveterinária !

Eu fiz diversas tarefas diferentes no laboratório. Eu limpei gaiolas, movios animais, andei com os cachorros e fui envolvida na morte dos animais.Vocês não acreditariam nas coisas que se passam a portas fechadas de algunsgrandes hospitais. Eu não sei se essas coisas acontecem em todos oslaboratórios de pesquisa, mas eu vi acontecer todos os dias.

Havia salas e mais salas com ratos e camundongos. Na verdade, a maioria daspesquisas eram feitas nesses animais.Frequentemente eu tive que por osratos os em pequenas câmaras de gás. Às vezes eles não morriamimediatamente, mas os pesquisadores os cortavam do mesmo jeito, independente do fato de que eles estavam obviamente vivos.

Uma vez vários camundongos escaparam e se esconderam atrás das fileiras de gaiolas. Nós não conseguimos tirar eles de lá e eles acabaram tendo filhotes. O chefe do laboratório descobriu e mandou um funcionário “se livrar” deles. Ele puxou as gaiolas e começou a pisar e a dar vassouradas nos camundongos. E eu tinha que limpar os restos. Talvez a pior parte de trabalhar no laboratório foi ver o que acontecia com os cães e gatos. Os cães tiveram sorte porque não seriam mortos ainda por vários anos. Um doutor fez um implante de uma válvula cardíaca neles e estava vendo como eles eram afetados. Esses cães foram comprados de abrigos e de revendedores. Alguns deles eram animais domésticos que já haviampertencido a alguém ! Eles sabiam se sentar e acompanhar – eram treinados.

Os gatos foram comprados de uma fazenda da seita Amish da região, que criava gatos e filhotes. Todos os dias, eu e meus colegas tínhamos que escolher 3 gatos para morrer. O doutor que fez a pesquisa só precisava dos fígados dos gatos e o resto de seus corpos eram jogados fora. Aqueles gatos eram tão mansinhos quanto os que as pessoas têm em casa. Era horrível ter queescolher.

O que acontecia aos coelhos era ainda pior. Um pesquisador estava fotografando para um jornal científico e precisava de fotos de coelhos com os pescoços quebrados para um artigo. Durante uma semana direto, ele quebrou o pescoço dos coelhos e tirava fotos deles se contorcendo de dor. Um coelho ficou tão apavorado de viver em uma gaiola que ele roeu sua própria cauda deixando um toco. Eu ajudei a aplicar uma atadura e ainda tenho uma cicatriz de quando ele me deu um coice. A pobre criatura tinha terror de humanos.

Isso é só um exemplo de pesquisa que eu testemunhei naquele verão. Alguns experimentos eram menos cruéis, alguns outros eram mais. Foram testes em galinhas, marmotas, sapos, porcos, cabritos e vários outros animais. Até os animais que sobreviviam aos experimentos eram mortos em vez de serem doados para um lar que os aceitasse.

Na verdade, alguns animais eram mortos simplesmente porque sobravam. Eles morreram por absolutamente nenhum motivo. Logo depois de matarem uma caixa de pintinhos, uma outra caixa chegava para um outro doutor. Ao mesmo tempo que uma pesquisa era importante, os outros experimentos (como os das fotos dos coelhos) simplesmente não eram.

No final das contas, eu fiquei satisfeita de ter trabalhado no laboratório. Agora eu tenho certeza de que a pesquisa em animais é cruel e na maioria das vezes desnecessária. Eu me consolo no fato de eu ter tornado as vidas desses animais um pouco mais confortável enquanto estive lá. Trabalhar em um laboratório de verdade é bem diferente de ler sobre pesquisas em um livro ou revista. Vocês são livres para tomarem suas próprias decisões sobre a pesquisa em animais, mas se passarem pelo que eu passei naquele verão – já sei o que vocês decidiriam.

Nota adicional …

Um monte de pessoas tem me escrito e perguntado o porquê de eu ter continuado. Só para esclarecer o assunto, aqui está o “porquê eu continuei…”

1) O principal motivo era coletar informações e denunciar a clínica pelas coisas que eles estavam fazendo de ilegal. Eu falei com um advogado que me aconselhou a continuar e registrar os maus tratos por um longo período de tempo (2 meses) porque isso daria uma chance maior de que o laboratório fosse processado. Essa é a principal razão de eu ter ficado lá, e quando eu terminei eu fiz um relatório denunciando o laboratório.

2) O segundo motivo é porque, ficando, eu pude melhorar a vida de alguns animais. Não, eu não podia salvar todos os animais e ninguém poderia. No entanto, eu salvei 2 camundongos quando eles estavam para ser pisados (eles acabaram sendo meus animais de estimação por vários anos). Eu também fiquei porque eu quis tornar a vida daqueles animais o mais confortável possível. Os cães viviam em gaiolas que mal podiam se mover. Eu os tirava e os levava para passear bastante todos os dias e brincava com eles. Eu salvei as vidas deles ? Não. Sendo realista, eu poderia ter salvo as vidas deles ? Não. Eu tornei suas vidas mais suportáveis e mais confortáveis ? Sim.

A questão é que eu tinha 14 anos naquela época. Eu não tinha muito poder para mudar as coisas. A única esperança que eu tinha de terminar com a crueldade era ficar e fazer um relatório contra o laboratório. Então foi isso que eu fiz. O que eu vi foi horrível e eu não participei nas coisas queachei abomináveis. Eu não ajudei a matar os animais, somente limpava as gaiolas e os alimentava. Mas eu fiquei e brinquei com aqueles coelhos, levei os cachorros para passear e brinquei com aqueles gatos. Vocês podem discordar da minha escolha de ficar, mas por favor tentem entender os meus motivos antes de me criticar.

Segue abaixo artigo extraído do Instituto Nina Rosa: http://www.institutoninarosa.org.b

Cientistas de Taiwan criam porco fosforescente

A pesquisa é vista como contribuição ao avanço das pesquisas com células-tronco

Chris Hogg escreve de Taiwan para a BBC Brasil: Cientistas da Universidade Nacional de Taiwan afirmaram, nesta quinta-feira, ter criado três porcos transgênicos verdes que brilham no escuro, a partir da mistura do material genético deles com o de águas-vivas.

Os pesquisadores acreditam que o estudo deles vai ajudar a ilha chinesa a avançar na pesquisa de células-tronco.

Porco transgênico (em verde) brilha no escuro

Até então, outros cientistas já tinham conseguido criar porcos que eram parcialmente fosforescentes, mas os cientistas de Taiwan afirmam que os deles são excepcionais.

“Os nossos são os únicos no mundo verdes de dentro para fora. Até o coração e os órgãos internos deles são verdes”, afirmou Wu Shinn-Chih, do Instituto e Departamento de Ciência e Tecnologia Animal.

Os cientistas dizem ter injetado o DNA de águas-vivas em cerca de 250 embriões de porcos, que foram implantados em oito porcas. Quatro delas emprenharam.

Doenças humanas

Os três porcos verdes nasceram há três meses. Durante o dia, os cientistas afirmam que os dentes e patas dos animais parecem verdes, enquanto a pele tem um tom esverdeado.

Se eles forem iluminados por uma luz azul, no entanto, eles brilham como uma lanterna, de acordo com os pesquisadores.

A idéia é utilizar os porcos fosforescentes para estudar o combate a doenças humanas. Como o material dos porcos é verde, ele pode ser facilmente visto sem a necessidade de operações invasivas.

Os cientistas agora pretendem injetar células-tronco dos porcos verdes em outros animais para verificar o comportamento do material genético.

Os pesquisadores taiwaneses admitiram que vários dos embriões não conseguiram se desenvolver. A expectativa dos pesquisadores é que os porcos verdes se reproduzam com suínos normais para criar uma nova geração híbrida, gerando uma nova fonte de cobaias para os cientistas. (Folha Online, 12/1/06)

Imagine um coelho preso a um aparelho de contenção, numa sala fria sem poder se movimentar, privado de sua liberdade, à mercê de criaturas que lhe infligem sistematicamente dor, após dor. Pode parecer um filme de terror, mas não é.

Essa cena cruel repete-se diariamente em centenas de laboratórios sem o conhecimento da maior parte das pessoas que, como você, podem estar contribuindo para a continuidade desse horror ao consumir produtos testados em animais.

Todo esse sofrimento é desnecessário, pois os resultados desses testes não são seguros e existem métodos alternativos ao uso de animais. Todos os anos milhares de novos cosméticos, produtos de limpeza e de higiene pessoal são lançados no mercado. Potencialmente, muitos deles foram testados em animais em vários estágios do seu desenvolvimento.

Antes de aparecerem nas estantes dos supermercados, esses produtos passam por longo e complexo processo de experiência que deixam milhões de animais mutilados, queimados, envenenados e expostos à ação de gases em testes ultrapassados e desnecessários.

Os fabricantes alegam que os testes garantem a segurança de seus produtos utilizados em circunstâncias normais ou em caso de algum acidente, como a ingestão dos mesmos.

O verdadeiro interesse, no entanto, é limitar a responsabilidade da companhia perante um possível caso de ação judicial movida por um consumidor. Produtos comprovadamente tóxicos, testados em animais são regularmente introduzidos no mercado.

Muitos desses produtos não fornecem informações sobre tratamentos efetivos em casos de danos à saúde. Eles se limitam a indicar a toxicidade.

Tortura

A maior parte dos produtos usados em residências são antes testados em animais pelas empresas.

Há documentários com fotos chocantes de animais presos em jaulas, com cortes, queimaduras, pêlo raspado, pele arrancada, escoriações propositais, membros arrancados, infecções horrorosas, olhos inflamados e com hemorragia, e muito mais, em experiências realizadas apenas para garantir a segurança de produtos usados pelo homem. Podemos citar alguns exemplos: substâncias aplicadas nos olhos de coelhos provocam queimadura e cegueira; animais são forçados a engolir matérias que produzem dores lancinantes e morte (para se medir o tempo que um produto tóxico leva para matar…); compartimentos com centenas de animais são preenchidos com gases e fumaça tóxica que causam tremores, vômitos, sangramento nasal e oral e morte.

Produtos de limpeza de chão e de roupas são passados na pele raspada de porcos por 24 a 72 horas para se conhecer o tipo de reação que provocam; detergente de louça e limpeza de vidros são aplicados em olhos abertos de coelhos e injetados no corpo de ratos; animais são obrigados a ingerir polidores de móveis para se saber de que modo o envenenamento afeta os seus delicados organismos; hamsters são trancados em espaços fechados para inalar gases e inchar até a morte.

Muitas outras formas de tortura são praticadas regularmente por diversas empresas. Laboratórios produtores de medicamentos realizam suplícios bem mais graves, porém não conhecidos.

Animais são presos, amordaçados, de modo a não poder se debater e escapar da dor, têm de sofrer quietos, sem anestesia ou analgésicos. Invariavelmente evacuam e urinam de pavor ou dor. Muitos, desesperados, sempre apresentando olhar de pânico, partem a própria coluna devido à contratura muscular e espasmos violentos produzidos pelos medicamentos ou produtos.

Tudo isso diante do olhar frio e calculista de algum técnico que anota os “resultados” na sua prancheta.

Toda substância testada em animais é lançada no mercado, onde os humanos servem de cobaia final, mas os animais diferem dos humanos anatômica, fisiológica e bioquimicamente.

Objetivos comerciais

Laboratórios farmacêuticos cometem atrocidades semelhantes, e até piores, em nome da “ciência”. Na verdade, esses testes visam elaborar substâncias para a produção de drogas com objetivos comerciais. Algumas delas são úteis e capazes de salvar vidas, mas a indústria farmacêutica, cuja competição entre empresas tem como meta apenas o lucro, procura criar e aprimorar fármacos ou marcas que permitam assegurar os seus objetivos mercantis.

Portanto, os animais não são sacrificados por uma causa nobre, em nome da saúde da humanidade. Esse argumento característico das indústrias de remédios, que garantem estar contribuindo para o nosso bem-estar, é totalmente hipócrita e desrespeita não somente os animais, mas os próprios seres humanos.

Drogas

A filosofia médica que preconiza o uso de drogas, a chamada alopatia, é responsável pelo aumento da incidência de doenças crônicas e degenerativas nos seres humanos (e nos animais).

Seguindo a idéia de que saúde é a ausência de sinais e sintomas, ela centraliza toda a sua ação no combate a eles, ou seja, sua ação é basicamente sintomática. Sabemos que a saúde física é conseqüência do restabelecimento das funções orgânicas. Usar apenas drogas não somente é a antítese dessa idéia, como também produz intoxicações e interferências no organismo.

Sem contar as interações medicamentosas, as doenças iatrogênicas (provocadas pelo remédio), o preço exorbitante dos produtos farmacêuticos, e o custo social das doenças que, ao não serem eliminadas (pois as drogas geralmente mascaram a realidade causal da moléstia), exigem despesas colossais.

Fracassos – conseqüências fatais da experimentação animal

Fonte: Americans for Medical Advancement

1) Pensava-se que fumar não provocava câncer, porque câncer relacionado ao fumo é difícil de ser reproduzido em animais de laboratório. As pessoas continuam fumando e morrendo de câncer.

2) Embora haja evidências clínicas e epidemológicas de que a exposição à benzina causa leucemia em humanos, a substância não foi retida como produto químico industrial. Tudo porque testes apoiados pelos fabricantes para reproduzir leucemia em camundongos a partir da exposição à benzina falharam.

3) Experimentos em ratos, hamsters, porquinhos-da-índia e macacos não revelaram relação entre fibra de vidro e câncer. Não até 1991, quando, após estudos em humanos, a OSHA – Occupational, Safety and Health Administration – os rotulou de cancerígenos

4) Apesar de o arsênico ter sido reconhecido como substância cancerígena para humanos por várias décadas, cientistas encontraram poucas evidências em animais. Só em 1977 o risco para humanos foi estabelecido, após o câncer ter sido reproduzido em animais de laboratório.

5) Muitas pessoas expostas ao amianto morreram, porque cientistas não conseguiram produzir câncer pela exposição da substância em animais de laboratório.

6) Marcapassos e válvulas para o coração tiveram seu desenvolvimento adiado, devido a diferenças fisiológicas entre humanos e os animais para os quais os aparelhos haviam sido desenhados.

7) Modelos animais de doenças cardíacas falharam em mostrar que colesterol elevado e dieta rica em gorduras aumentam o risco de doenças coronárias. Em vez de mudar hábitos alimentares para prevenir a doença, as pessoas mantiveram seus estilos de vida com falsa sensação de segurança.

8) Pacientes receberam medicamentos inócuos ou prejudiciais à saúde, por causa dos resultados de modelos de derrame em animais.

9) Erroneamente, estudos em animais atestaram que os Bloqueadores Beta não diminuiriam a pressão arterial em humanos, o que evitou o desenvolvimento da substância. Até mesmo os vivisseccionistas admitiram que os modelos de hipertensão em animais falharam nesse ponto. Enquanto isso, milhares de pessoas foram vítimas de derrame

10) Cirurgiões pensaram que haviam aperfeiçoado a Keratotomia Radial (cirurgia para melhorar a visão) em coelhos, mas o procedimento cegou os primeiros pacientes humanos. Isso porque a córnea do coelho tem capacidade de se regenerar internamente, enquanto a córnea humana se regenera apenas superficialmente. Atualmente, a cirurgia é feita apenas na superfície da córnea humana.

11) Transplantes combinados de coração e pulmão também foram “aperfeiçoados” em animais, mas os primeiros três pacientes morreram nos 23 dias subseq¸entes à cirurgia . De 28 pacientes operados entre 1981 e 1985, 8 morreram logo após a cirurgia, e 10 desenvolveram Bronquiolite Obliterante , uma complicação pulmonar que os cães submetidos aos experimentos não contraíram. Dos 10, 4 morreram e 3 nunca mais conseguiram viver sem o auxílio de um respirador artificial. Bronquiolite obliterante passou a ser o maior risco da operação

12) Ciclosporin A inibe a rejeição de órgãos e seu desenvolvimento foi um marco no sucesso dos transplantes. Se as evidências irrefutáveis em humanos não tivessem derrubado as frágeis provas obtidas com testes em animais, a droga jamais teria sido liberada.

13) Experimentos em animais falharam em prever toxidade nos rins do anestésico geral metoxyflurano. Muitas pessoas que receberam o medicamento perderam todas as suas funções renais.

14) Testes em animais atrasaram o início da utilização de relaxantes musculares durante anestesia geral.

15) Pesquisas em animais não revelaram que algumas bactérias causam úlceras, o que atrasou o tratamento da doença com antibióticos.

16) Mais da metade dos 198 medicamentos lançados entre 1976 e 1985 foram retirados do mercado ou passaram a trazer nas bulas efeitos colaterais, que variam de severos a imprevisíveis . Esses efeitos incluem complicações como disritmias letais, ataques cardíacos, falência renal, convulsões, parada respiratória, insuficiência hepática e derrame, entre outros.

17) Flosin (Indoprofeno), medicamento para artrite, testado em ratos, macacos e cães, que o toleraram bem. Algumas pessoas morreram após tomar a droga.

18) Zelmid, um antidepressivo, foi testado sem incidentes em ratos e cães. A droga provocou sérios problemas neurológicos em humanos.19) Nomifensina, um outro antidepressivo, foi associado a insuficiência renal e hepática, anemia e morte em humanos. Testes realizados em animais não apontaram efeitos colaterais.

20) Amrinone, medicamento para insuficiência cardíaca, foi testado em inúmeros animais e lançado sem restrições. Humanos desenvolveram trombocitopenia, ou seja, ausência de células necessárias para coagulação.

21) Fialuridina, uma medicação antiviral, causou danos no fígado de 7 entre 15 pessoas. Cinco acabaram morrendo e as outras duas necessitaram de transplante de fígado.A droga funcionou bem em marmotas.

22) Clioquinol, um antidiarréico, passou em testes com ratos, gatos, cães e coelhos. Em 1982 foi retirado das prateleiras em todo o mundo após a descoberta de que causa paralisia e cegueira em humanos.

23) A medicação para a doença do coração Eraldin provocou 23 mortes e casos de cegueira em humanos, apesar de nenhum efeito colateral ter sido observado em animais. Quando lançado, os cientistas afirmaram que houve estudos intensivos de toxidade em testes com cobaias. Após as mortes e os casos de cegueira, os cientistas tentaram sem sucesso desenvolver em animais efeitos similares aos das vítimas.

24) Opren, uma droga para artrite, matou 61 pessoas. Mais de 3500 casos de reações graves têm sido documentados. Opren foi testado sem problemas em macacos e outros animais.

25) Zomax, outro medicamento para artrite, matou 14 pessoas e causou sofrimento a muitas.

26) A dose indicada de isoproterenol, medicamento usado para o tratamento de asma, funcionou em animais. Infelizmente, foi tóxico demais para humanos, provocando na Grã-Bretanha a morte de 3500 asmáticos por overdose. Os cientistas ainda encontram dificuldades de reproduzir resultados semelhantes em animais.

27) Metisergide, medicamento usado para tratar dor de cabeça, provoca fibrose retroperitonial ou severa obstrução do coração, rins e veias do abdômen.[27] Cientistas não estão conseguindo reproduzir os mesmos efeitos em animais.

28) Suprofen, uma droga para artrite, foi retirada do mercado quando pacientes sofreram intoxicação renal. Antes do lançamento da droga, os pesquisadores asseguraram que os testes tiveram”perfil de segurança excelente, sem efeitos cardíacos, renais ou no SNC (Sistema Nervoso Central) em nenhuma espécie”.

29) Surgam, outra droga para artrite, foi designada como tendo fator protetor para o estômago, prevenindo úlceras, efeito colateral comum de muitos medicamentos contra artrite. Apesar dos resultados em testes feitos em animais, úlceras foram verificadas em humanos

30) O diurético Selacryn foi intensivamente testado em animais. Em 1979, o medicamento foi retirado do mercado depois que 24 pessoas morrerem por insuficiência hepática causada pela droga.

31) Perexilina, medicamento para o coração, foi retirado do mercado quando produziu insuficiência hepática não foi prognosticada em estudos com animais. Mesmo sabendo que se tratava de um tipo de insuficiência hepática específica, os cientistas não conseguiram induzí-la em animais.

32) Domperidone, droga para o tratamento de náusea e vômito, provocou batimentos cardíacos irregulares em humanos e teve que ser retirada do mercado. Cientistas não conseguiram produzir o mesmo efeito em cães, mesmo usando uma dosagem 70 vezes maior.

33) Mitoxantrone, usado em um tratamento para câncer, produziu insuficiência cardíaca em humanos. Foi testado extensivamente em cães, que não manifestaram os mesmos sintomas.

34) A droga Carbenoxalone deveria prevenir a formação de úlceras gástricas, mas causou retenção de água a ponto de causar insuficiência cardíaca em alguns pacientes. Depois de saber os efeitos da droga em humanos, os cientistas a testaram em ratos, camundongos, macacos e coelhos, sem conseguirem reproduzir os mesmos sintomas.

35) O antibiótico Clindamicyn é responsável por uma condição intestinal em humanos chamada colite pseudomembranosa. O medicamento foi testado em ratos e cães, diariamente, durante um ano. As cobaias toleraram doses 10 vezes maiores que os seres humanos.

36) Experiências em animais não comprovaram a eficácia de drogas como o valium, durante ou depois de seu desenvolvimento.

37) A companhia farmacêutica Pharmacia & Upjohn descontinuou testes clínicos dos comprimidos de Linomide (roquinimex) para o tratamento de esclerose múltipla, após oito dos 1200 pacientes sofrerem ataques cardíacos em conseq¸ência da medicação. Experimentos em animais não previram esse risco.

38) Cylert (pemoline), um medicamento usado no tratamento de Déficit de Atenção/Hiperatividade, causou insuficiência hepática em 13 crianças. Onze delas ou morreram ou precisaram de transplante de fígado.

39) Foi comprovado que o Eldepryl (selegilina), medicamento usado no tratamento de Doença de Parkinson, induziu um grande aumento da pressão arterial dos pacientes. Esse efeito colateral não foi observado em animais, durante o tratamento de demência senil e desordens endócrinas.

40) A combinação das drogas para dieta fenfluramina e dexfenfluramina — ligadas a anormalidades na válvula do coração humano– foram retiradas do mercado, apesar de estudos em animais nunca terem revelado tais anormalidades.

41) O medicamento para diabetes troglitazone, mais conhecido como Rezulin, foi testado em animais sem indicar problemas significativos, mas causou lesão de fígado em humanos. O laboratório admitiu que ao menos um paciente morreu e outro teve que ser submetido a um transplante de fígado.

42) Há séculos a planta Digitalis tem sido usada no tratamento de problemas do coração. Entretanto, tentativas clínicas de uso da droga derivada da Digitalis foram adiadas porque a mesma causava pressão alta em animais. Evidências da eficácia do medicamento em humanos acabaram invalidando a pesquisa em cobaias. Como resultado, a digoxina, um análogo da Digitalis, tem salvo inúmeras vidas. Muitas outras pessoas poderiam ter sobrevivido se a droga tivesse sido lançada antes.

43) FK506, hoje chamado Tacrolimus, é um agente anti-rejeição que quase ficou engavetado antes de estudos clínicos, por ser extremamente tóxico para animais.Estudos em cobaias sugeriram que a combinação de FK506 com cyclosporin potencializaria o produto. Em humanos ocorreu exatamente o oposto.

44) Experimentos em animais sugeriram que os corticosteróides ajudariam em casos de choque séptico, uma severa infecção sang¸ínea causada por bactérias. Em humanos, a reação foi diferente, tendo o tratamento com corticosteróides aumentado o índice de mortes em casos de choque séptico.

45) Apesar da ineficácia da penicilina em coelhos, Alexander Fleming usou o antibiótico em um paciente muito doente, uma vez que ele não tinha outra forma de experimentar. Se os testes iniciais tivessem sido realizados em porquinhos-da-índia ou em hamsters, as cobaias teriam morrido e talvez a humanidade nunca tivesse se beneficiado da penicilina. Howard Florey, ganhador do Premio Nobel da Paz, como co-descobridor e fabricante da penicilina, afirmou: “Felizmente não tínhamos testes em animais nos anos 40. Caso contrário, talvez nunca tivéssemos conseguido uma licença para o uso da penicilina e, possivelmente, outros antibióticos jamais tivessem sido desenvolvidos.

46) No início de seu desenvolvimento, o flúor ficou retido como preventivo de cáries, porque causou câncer em ratos.

47) As perigosas drogas Talidomida e DES foram lançadas no mercado depois de serem testadas em animais. Dezenas de milhares de pessoas sofreram com o resultado (*nota do tradutor: A Talidomina foi desenvolvida em 1954 destinada a controlar ansiedade, tensão e náuseas. Em 1957 passou a ser comercializada e em 1960 foram descobertos os efeitos teratogênicos provocados pela droga, quando consumida por gestantes: durante os 3 primeiros meses de gestação interfere na formação do feto, provocando a focomelia que é o encurtamento dos membros junto ao tronco, tornando-os semelhantes aos de focas.)

48) Pesquisas em animais produziram dados equivocados sobre a rapidez com que o vírus HIV se reproduz. Por causa do erro de informação, pacientes não receberam tratamento imediato e tiveram suas vidas abreviadas.

49) De acordo com o Dr. Albert Sabin, pesquisas em animais prejudicaram o desenvolvimento da vacina contra o pólio. A primeira vacina contra pólio e contra raiva funcionou bem em animais, mas matou as pessoas que receberam a aplicação.

50) Muitos pesquisadores que trabalham com animais ficam doentes ou morrem devido à exposição a microorganismos e agentes infecciosos inofensivos para animais, mas que podem ser fatais para humanos, como por exemplo o vírus da Hepatite B.

Tempo, dinheiro e recursos humanos devotados aos experimentos com animais poderiam ter sido investidos em pesquisas com base em humanos. Estudos clínicos, pesquisas in vitro, autópsias, acompanhamento da droga após o lançamento no mercado, modelos computadorizados e pesquisas em genética e epidemiologia não apresentam perigo para os seres humanos e propiciam resultados precisos.

Importante salientar que experiências em animais têm exaurido recursos que poderiam ter sido dedicados à educação do público sobre perigos para a saúde e como preserva-la, diminuindo assim a incidência de doenças que requerem tratamento.

Experimentação Animal não faz sentido. A prevenção de doenças e o lançamento de terapias eficazes para seres humanos está na ciência que tem como base os seres humanos.

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53.JAMA, 1990, April 4, p1766
54. Lancet,1989, July 22, p 227
55. Lancet, 1989, Oct 28, p1000-1004
56.Hepatology,1991, vol.13, 1259-1260
57.Drugs and Therapeutics Bulletin, 1990, vol.28, p 74-75
58. Anesthesiology: Proceedings of the VI World Congress of Anesthesiology, Mexico City 1977
59. NEJM, 1987, Sep. 10, p 653-658
60. The Causes of Cancer, 1981, Oxford Press
61. J NIH Res, 1991, vol.3, p46
62.Nature, 1991, Feb 28, p732

Diante de tantos fracassos, por que ainda há vivissecção?

O massacre dos animais em laboratório não acontece pelo bem-estar da humanidade e sim para alimentar com seus altos financiamentos um mercado ganancioso: a carreira destes cientistas, a indústria química, as universidades, o tráfico, a industria de aparelhos de contenção, alianças políticas e governamentais, marketing, indústrias de suprimentos diversos, gaiolas, fabricantes de equipamentos, criadores de animais, empresas de ração, imprensa especializada, etc.. . O verdadeiro interesse no entanto é limitar a responsabilidade da empresa diante de um possível caso de ação judicial movida por um consumidor.

Opinião de alguns médicos:

“ A vivissecção é bárbara, inútil e um empecilho ao progresso científico”. Dr. Werner Hartinger (cirurgião, Alemanha, 1988)

“… Vários vivisseccionistas ainda alegam que o que eles fazem ajuda a salvar vidas humanas. Eles estão mentindo. A verdade é que os experimentos em animais matam pessoas, e os pesquisadores em animais são responsáveis pelas mortes de milhares de homens, mulheres e crianças a cada ano”. Dr. Vernon Coleman (membro da sociedade real de medicina, Inglaterra).

“Em meus 15 anos como médico de emergência, os resultados dos testes feitos em animais nunca trouxeram nenhum benefício ao tratamento de pacientes que foram envenenados”. Daniel Hart, MD, F.A.C.E.P

Recursos alternativos
. Pesquisa clínica e epidemiológica
. Cultura celular e tissular
. Técnicas de imagens não invasivas
. Teste AMES
. Placenta
. Eyeteex
. Farmacologia quanta
. Cromotografia e espectroscopia
. Autopsias e estudos post-mortem
. Estudos microbiológicos
. Áudio Visual
. ADM (Agarose Diffucion Method)
. Corrositex
. Kits diversos
. Simulação por computador
. Voluntários humanos
. Olhos do banco de olhos

O que podemos fazer para evitar testes com animais ?

Aderindo ao grande boicote internacional, evite adquirir ou consumir produtos de empresas que utilizam animais em testes, instando os parentes, amigos e conhecidos a fazer o mesmo.

Nos Estados Unidos, cerca de 550 companhias foram pressionadas pelos grupos de defesa dos direitos dos animais a interromper esse tipo de experiência. A Avon e a Revlon são exemplos de empresas que pararam de molestar animais.

A Gillette afirma ter feito o mesmo, mas ainda está sob investigação. A maior parte delas, no entanto, continua praticando atos desumanos contra os animais, como, por exemplo, a Procter & Gamble (holding da Max Factor, Pantene, Cover Girl e outras), que teima em manter o seu particular campo de concentração animal, torturando e matando milhões de espécimes por ano.

Existem movimentos que visam estimular as empresas que não praticam esses testes nem utilizam elementos de origem animal nos seus produtos a inscreverem a seguinte mensagem em seus rótulos: “NOT TESTED ON ANIMALS” (não testado em animais)

Apesar de várias companhias terem aderido a essa prática, ainda não é uma praxe mundial. Por enquanto, devemos evitar adquirir produtos cujas marcas pertençam às empresas mencionadas na lista de empresas que utilizam animais para testes, até que elas se conscientizem dos direitos dos animais.

E preferir as marcas das empresas mencionadas na lista de empresas que não utilizam animais para testes. Como são multinacionais em sua maioria, os produtos destas empresas também podem ser encontrados no Brasil. Muitas marcas são nossas conhecidas.

Pelo que foi exposto, depende muito de nós reduzir, evitar ou interromper o sofrimento e a morte dos animais condenados a serem cobaias de experiências.

Sempre que possível entre em contato com o serviço de atendimento ao consumidor das empresas fabricantes dos produtos que você consome e indague sobre os tipos de testes que elas realizam. Informe-as sobre sua decisão de não comprar mais produtos dessas marcas caso elas realizem testes em animais.

Fontes: “ Alimentação para um novo mundo”, Marcio Bontempo, editora Record Power point de Rosana Halasz. M.D. – Especialista em animais selvagens. “ A Coragem de Fazer o Bem” – Instituto Nina Rosa – Projetos por Amor à Vida PETA (People for the Ethical Treatment of Animals) www.stopanimaltestes.com

“Se fôssemos capazes de imaginar o que se passa, constantemente, nos laboratórios de vivissecção, não poderíamos dormir em paz; e em nenhum dia estaríamos felizes e tranqüilos”. Dr. Ralph Bircher

Vidas em alta – Por Thiago Romero

Agência FAPESP – A Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da Universidade de São Paulo (USP) está experimentando uma linha diferente de ensino. Os alunos da unidade conheceram, nesta segunda-feira (20/6), o aprendizado por meio de uma vídeo-aula.

O filme, que será exibido para os alunos do terceiro semestre da disciplina de fisiologia da reprodução e da lactação, mostra uma cirurgia de extração de ovários e testículos de ratos. O vídeo ensina a ação dos hormônios sexuais no organismo dos animais.

“A metodologia vem para se adequar à nova legislação federal, que exige que atividades meramente demonstrativas com animais devam ser substituídas por métodos alternativos”, disse Cláudio Alvarenga de Oliveira, professor do departamento de Reprodução Animal da FMVZ, à Agência FAPESP.

Oliveira explica que, até então, os alunos do terceiro semestre já faziam operações como a que será exibida na vídeo-aula, porém sem estar devidamente preparados. “Agora, o aluno vai assistir o filme e manipular animais mortos. Só em níveis mais avançados eles terão a oportunidade de fazer intervenções cirúrgicas em animais vivos”, explicou.

A previsão é que, com o método, os alunos ganhem tempo para a discussão do conteúdo ministrado. Enquanto o procedimento real demora quatro horas, o vídeo dura 20 minutos. A faculdade também acaba economizando com anestesia e hormônios. O enfoque principal da mudança, segundo Oliveira, é poupar os animais criados em laboratório.

“A utilização racional dos animais, tanto em aulas como em pesquisas, possui uma demanda crescente em todo o mundo. O que está em jogo é o uso consciente visando ao bem-estar animal. Estamos falando em muitos animais, como ratos, camundongos, coelhos, cobaias, macacos e cães”, disse.

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