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Comunicação com o Espírito

Há um conhecimento xamânico de que, não há espaço vazio dentro ou ao redor de nós. Existe uma substância própria que movimenta-se e muda, e, pode ocupar um lugar e comunicar-se.

Há a linguagem da comunicação com o Espírito e com a essência espiritual de outras formas de energia. Continuando nosso estudo da palavra no xamanismo, Tom Cowan em seu livro : “Shamanism – As a Spiritual Practice for Daily Life” , diz que não começamos a vida com toda a linguagem. Palavras e seus significados, estruturas de sentenças, as sutilezas das frases, todos chegam devagarinho através dos anos, de muita prática, e com uma boa parte de frustração.

Dando nome às coisas, como gatos, coelhos, nos colocamos separados, de alguma forma, de algo do universo. Nossos primeiras tentativas de atrair poder era usando as palavras de um modo mágico. Expressamos rápidamente sílabas sem sentido para expressar algum sentimento na presença de objetos, pessoas e experiências. Nós podemos também inventar nomes para coisas, antes de sabermos qual é o seu nome real.

Povos Tribais, especialmente xamãs, têm formas pessoais e similares de usar a linguagem. Os xamãs entendem a linguagem dos animais e dos pássaros, comunicam-se com árvores, rios e montanhas, e retornam de sua jornada para o “Espírito do Mundo” com novas canções de poder. Como crianças cantam versos, práticas xamânicas incluem “cantar palavras”, frases ou simples vocábulos para acessar um estado não ordinário de consciência.Igualmente é importante para o xamã a habilidade para aquietar e observar a natureza e os espíritos sem a interferência da linguagem, que poderá nos trazer uma experiência artificial.

Orpingarlik, um xamã esquimó, conta a canalização da canção:

“Nossos pensamentos são dirigidos por uma força como uma enchente ou como um calor que nos evita e buscar novas formas para expressar a nós mesmos. Mas depois que isso passara poderá ocorrer.

Nos sentimos pequenos, e ainda menores e ficamos com medo de usar palavras, porque acontece que ela chega de nós mesmos. Quando as palavras soltam fora de nós mesmos – Nós temos uma canção “.

Lame Deer disse que seu povo busca símbolos e imagens por ser uma ponte do espiritual com o lugar comum, diferente dos povos do oeste onde “símbolos eram apenas palavras”. Ele explicou :

” Para nós são parte da natureza, parte de nós mesmos – a Terra, o Sol, o vento e a chuva, pedras, arvores, animais, cada pequeno inseto como formigas e gafanhotos. Nós tentamos entender, não com a cabeça, mas com o coração.”

 

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