Sociedade União Internacional Protetora dos Animais- Maus tratos e crueldade aos animais

Sociedade União Internacional Protetora dos Animais-

Maus tratos e Crueldade aos animais

O que você não gostará de saber sobre os animais

O amor e o respeito ao mundo animal

Quisera ter palavras neste momento, para poder expressar meu sentimento, pelo que, nós humanos temos imposto aos nossos irmãos animais. Tem coisas que a palavra não pode explicar, e transmitir com clareza, o que só pessoas dotadas de especial sensibilidade e elevado grau de amor, podem compreender. Os animais são muito mais que seres irracionais, sem emoções, que tem por missão de vida servir ao homem.

Por séculos os homens, sejam por questões alimentares, religiosas, etc, vêem cometendo uma série de atrocidades com o Mundo Animal, diferentemente das práticas nativas.

Quero transcrever algumas delas extraídas da Suipa ( Soc. ) , Greenpeace, Apasfa e outros órgãos que se preocupam verdadeiramente com a Criação :

Cerca de 12 milhões de animais silvestres são retirados das matas brasileiras todos os anos para serem vendidos (é a segunda causa de destruição da fauna depois do desmatamento).

O que fazer ?

Não tenha animais silvestres (arara, macaco, papagaio, etc) em sua casa. Ter animais silvestres tira-os do seu habitat, provoca prejuízo a natureza e sofrimento ao animal. Incentiva caçadores. De cada dez capturados somente um sobrevive.

Vendedores inescrupulosos colocam pássaros em gaiolas pequenas, causando distrofia muscular e dores. Chegam a cegar, dar bebidas alcoólicas, cortar os tendões musculares debaixo das asas para que pareçam mansos.

Milhões de animais são mutilados, queimados, envenenados e expostos à ação de gases em testes já ultrapassados e desnecessários, por fabricantes de cosméticos, produtos de higiene e limpeza que vão para os supermercados para você usar.

Os produtos são testados em animais. Segundo o Suipa, fabricantes alegam que esses testes são para garantir a segurança dos produtos, como uma forma de limitar as responsabilidades no caso de alguma ação judicial. Produtos comprovadamente tóxicos são colocados no mercado, não importando a quantidade de testes. Em 1988 a Inglaterra proibiu o teste em animais para fabricação de cosméticos.

O que fazer?

Peça informações mais detalhadas na Sociedade Protetora dos Animais. A dor dos animais é extrema. São mutilados, ficam cegos, suas peles são arrancadas, raspadas, feridas, depois são mortos, para verificar o efeito interno da substância.

Um dos testes criado para medir a toxidade chamada LD50 é realizado com 200 ou mais animais. No teste os animais sofrem dores terríveis, convulsões, diarréia, supuração, sangramento dos olhos e da boca. Aproximadamente cinqüenta porcento morrem nos testes, e os que sobrevivem, são sacrificados. Os animais são expostos a exorbitantes quantidades de substância, proporcionalmente impossíveis de serem ingeridas por um ser humano, acidentalmente. A Suipa sugere as seguintes alternativas para o experimento animal:

  • Simulações por computador
  • Utilização de culturas de células ( in vitro) para estudo de toxidade e irritação.
  • Utilização de olhos humanos dos bancos de olhos, ou das membranas de ovos de galinha
  • Utilização de tecido humano (retirados de biópsia) conforme laboratório Pharmagene, na Inglaterra.

Segundo a Suipa, Sociedade União Internacional Protetora dos Animais, os fabricantes poderiam utilizar ingredientes orgânicos, naturais, reconhecidamente seguros.

Proteste!

Ligue, envie e-mail, para os fabricantes de produtos. Procure saber como são realizados os testes, se você descobrir que são usados animais para testes, não compre mais o produto, e faça o fabricante saber o porque de sua decisão. Os telefones das centrais de atendimento estão no rótulo dos produtos. Mostre o poder do consumidor.

Os rodeios tão em moda são um espetáculo de tortura e crueldade e maus tratos com os animais. Muitos animais recebem um doloroso estímulo no saco escrotal, no momento em que saem da arena. Pregos, pedras e outros objetos pontiagudos são colocados sob a cela dos animais. Esporas, às vezes, pontiagudas, são aplicadas na região do baixo-ventre do animal, assim como no pescoço, provocando lesões.

Choques elétricos ou mecânicos podem ser aplicados nas partes sensíveis dos animais antes da entrada da arena. Pimenta, terebentina e outras substâncias abrasivas, podem ser passadas no corpo do animal. Tudo isso para os animais darem um show aos espectadores.

O que fazer?

Arrumar formas mais criativas para o seu lazer. Procurar prestigiar a leveza, a graça e a beleza do animal, ao invés de pagar para vê-los ferozes, torturados.

Poderá também informar as organizações protetoras dos animais, a Suipa, quando houver um rodeio na sua cidade, e comunicar por escrito a sua indignação. Também esclarecendo amigos seus, que quiserem ir a um, da crueldade com os animais.

A farra do boi, é um espetáculo sangrento, que traz às pessoas o prazer de torturar. Esse acontecimento, principalmente realizado em Santa Catarina, sul do Brasil, envolve crueldades com dúzias de animais. Acontecem geralmente na Semana Santa, mas algumas comunidades realizam essa festa absurda para comemorarem casamentos, aniversários e datas especiais.

O boi é conduzido do seu estábulo e solto no meio da rua, sendo perseguido pelas pessoas armadas de porretes, pedras, facas e lanças. Ferem-no arrancam o seu rabo e no final das crueldade ele é morto e sua carne é repartida entre os participantes.

O que fazer ?

O melhor seria prender os organizadores, mas o que nos resta é protestar esperando que as autoridades de Santa Catarina tomem uma providência . No website da Sociedade Mundial para a Proteção Animal, é citado o comentário de um importante historiador local, Rodrigues Cabral que definiu a farra do boi como “ Um caso de polícia..” e do folclorista Franklin Cascaes : é um vampirismo medieval.

Segundo informações da SUIPA, Sociedade União Internacional Protetora dos Animais, no portão de sua sede, são abandonados de 20 a 30 animais por dia. Ninhadas inteiras, as vezes recém nascidas e fêmeas prenhas. Existem também aqueles que enjoam de seus animais e transferem a responsabilidade para a entidade.

Animais abandonados tem como futuro a carrocinha, que continua ativa em muitos municípios. Ela recolhe os animais da rua e também de donos arrependidos. Na rua os funcionários laçam os animais, muitas vezes os ferem, confinando-os em local sem higiene e superlotado, dividindo o espaço até com animais mortos. Via de regra permanece até três dias no depósito da prefeitura, aguardando alguém que o resgate e se caso isso não ocorra podem ser cruelmente sacrificados ou enviados como cobaias para laboratórios. A grande solução é a conscientização da responsabilidade de ter um animal no que diz respeito aos cuidados de vacinação, a identificação na coleira, de não deixar o animal solto na rua etc.

O campo do animal de estimação está minado por interesses financeiros. Muitos criadores de animais de raça estimulam cruzamentos de seus animais que servem de matrizes, visando um lucro garantido. Os filhotes que nascem com problemas congênitos são sumariamente sacrificados, para não manchar a linhagem de pedigree. A agressividade dos pit bulls, são o resultado da manipulação humana, que visou a criação de um animal ágil e violento. A arrogância chega a ser tamanha que acreditamos que podemos brincar de criar espécies conforme o nosso gosto. O resultado já se conhece.

Em todas as partes do mundo, o ser humano tem cometido crueldades com os animais. Ursos, tigres, macacos, jacarés, elefantes, etc. O famoso discurso do chefe Seatle fala que: “se os animais acabassem, o homem morreria de uma grande solidão de espírito. Porque tudo o que acontece aos animais, logo acontece ao homem. Tudo está relacionado entre si “.

No website “ Animais SOS “ tem um artigo “ Circos – A crueldade atrás do riso “ que denúncia que os animais usados em circo, que são submetidos a chicotadas, agulhas que dão choques e outras ferramentas, para executar proezas. Animais são forçados a viajarem milhares de milhas, animais como os tigres, por exemplo, vivem e são transportados em apertadas jaulas.

Os elefantes ficam acorrentados em estacionamentos sujos, freqüentemente expostos sob o sol em altas temperaturas, são forçados a aprenderem coisas antinaturais para a sua espécie, sob ameaça de punição. Eles são presos com coleiras em seus olhos, tronco e pernas. Chicotes, coleiras apertadas, focinheiras são utilizados nos treinamentos. Alguns elefantes passam a vida toda acorrentados, os instrutores as vezes, usam correntes para faze-los obedecer.

No livro de Henry Ringling “Os reis do circo” relata que os felinos são acorrentados a seus suportes, e as cordas são enroladas em suas gargantas para bloqueá-las para baixo. Trabalham por medo. Os ursos podem ter seus narizes quebrados ao serem treinados ou tem suas garras queimadas para forçá-los a se manterem nas patas traseiras.

Cita o artigo que primatas que vivem em circos apresentam comportamento similar ao de crianças que sofrem abusos. Se automutilam chupam o dedo e apresentam sinais de depressão.

Outro lado sombrio dos circos é o que temos acompanhado nos noticiários, o ataque de animais que escapam de suas jaulas. O que se pode esperar de um animal maltratado e muitas vezes privado de alimento? Quando isso acontece os animais são sempre sacrificados. Já existem circos criativos que não usam animais, tais como o Circo Popular do Brasil, do ator Marcos Frota, e o Circo Ahbaui

As rinhas fazem com que os animais protagonizem um espetáculo sangrento. Os animais brigam até a morte. Os animais são treinados para matar.

Alguns rinheiros injetam drogas para melhorar a performance. O pit Bull é considerado o melhor cão de combate, devido a agressividade, a tolerância a dor, habilidade de luta. Ele é condicionado com exercícios físicos tais como: correr em esteiras, puxar pesos, morder pneus, carregar correntes. Eles, geralmente são ensinados, ainda filhotes, a morder e matar gatos suspensos em gaiolas. Fazem de tudo para deixar sua agressividade fora de controle.

Os galos de rinha são equipados com lâminas de metal bem afiadas nas esporas. Os canários são estimulados a lutar pela fêmea até a morte

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