Símbolos, altares e amuletos nos rituais

Símbolos, altares e amuletos nos rituais

Os altares, símbolos, amuletos; são representações das formas criadoras do astral, produto da psique arquetípica. Proporcionam não só visualização, como também criam uma atmosfera sagrada. São oriundos do espírito humano, são eternos. Criam as condições necessárias para entrar num mundo paralelo. Os símbolos dão-nos explicações essenciais de nosso ser e do mundo. Estabelecem um elo de ligação entre o homem e a divindade.

Certos símbolos são muitos similares entre todos os povos. Eles levam a reflexão sobre o pensamento humano.

Estão conscientes de que os carregam, estão presentes em todos os processos da magia na forma de: amuletos, talismãs, fetiches, altares, instrumentos de poder, imagens, pentáculos, mandalas, mosaicos, cruzes e outros.

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São usados para fins curativos, para expansão da consciência, para equilíbrio psicológioco, para meditações, etc. Os símbolos não só proporcionam a visualização, mas sim a re experiência que ele simboliza.

Há aqueles que criticam o uso de imagensem altares, alegando ser apenas pedaços de barro, pau, não tendo nenhum poder. Cabe uma explicação que vai além da compreensão. Quando nos comunicamos com outros, por exemplo, usamos símbolos, mesmo sem ter consciência disso. Usamos as mãos, apontamos, usamos cores, etc. Na empresas existem os logotipos que dão identidade e significado de algo interno.

A geometria é a base dos símbolos no Universo da Magia. No xamanismo expressamos símbolos, principalmente nos objetos de poder e em pontos riscados na terra. Cada símbolo desenhado (desenhos) ou riscado (figuras geométricas), assim como as cores, representam a idéia, sentimento, emoções, fenômenos da natureza, manifestações espirituais. O símbolo contém a força viva da idéia ou intenção que lhe deu origem.

Outra forma de utilização de símbolos no xamanismo é a pintura na face, no corpo, as tatuagens.

Em rituais afros costuma-se cruzar tanto as imagens, como guia de contas que simbolizam os Orixás. Os católicos costumam levar suas imagens para o padre benzer.

O ato de consagração é que atribui às imagens, sejam elas de madeira, barro, latão ou ouro, o seu poder mágico. Eu, particularmente, consagro, estabelecendo um “elo de ligação” entre as imagens e o Princípio Sagrado do Universo. A força de uma imagem está na lembrança, no pensamento que ela acessa em nossa mente. Nos conecta com uma rede de poder, transportando-nos para Esferas Sagradas. É a firmeza no ponto.

No mundo inteiro usam-se figas, crucifixos nos altares, patuás, algum tipo de talismã ou amuleto, com a esperança de obter proteção, saúde, ou coisas materiais. Incluo aí as simpatias e fetiches.

Os amuletos podem estar nos anéis, que protegem os magos. Até hoje a aliança simboliza a união (noivos).

Os brincos também são utilizados por diversos povos como ligação espiritual. Os braceletes, tornozeleiras e colares, também contém o poder dos amuletos. Nas danças rituais são usadas tornozeleiras, em alguns casos com sinetes, chocalhos, etc.

Nos cultos africanos são utilizados nos braços ou no abdomem, uma tira confeccionada com pala-da-costa para proteção contra espíritos desencarnados (contra-egum).

Os amuletos atuam como uma ligação entre o macrocosmo e o microcosmo. Sua confecção quando é feita observando princípios sagrados, faz com quem os usa, estabelecer contato com a realidade psíquica.

No xamanismo podem ser encontrados na forma de mascaras, formas de animais, bolsas medicinais, utensílios, pedras, plantas, penas, etc.

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