Festival do Fogo IV – A Germinação

 

É o meio do inverno, onde sentimos mais os ventos frios, nos impulsionando para ficarmos mais confinados, mais limitados, ficarmos
mais quietos descansando. Porém há movimento dentro da terra com a nova vida que se esconde por debaixo da superfície. Está época ensina como a trabalhar o centro do coração, como demonstrar afeição, como encarar os medos, e como desenvolver habilidades de liderança. Ajuda a desenvolver a coragem e o poder .

O meio do Inverno, a Terra faz a sua própria limpeza preparando-se
para um novo ritmo de crescimento que está por vir. Um momento de
preparação, para planejar, buscar visões e idéias inovadoras.
Um momento do inverno onde podemos sentir a influência solar se
agitando, na frescura do ar. Uma energia estimulante, revigorante e de
limpeza. A semente se rompe, a planta vence a limitação e no ventre
da Mãe Terra uma nova vida que estará por vir, movendo-se para
debaixo da superfície. Nós aqui na Terra aproveitamos essa energia
para vencer limitações e constrangimentos.
Na Grã-Bretanha, a data era celebrada como Imbolc (fevereiro no
Hemisfério Norte), cujo siginifcado do nome significa barriga (gravidez)
onde se comemorava o retorno da luz e tem o equivalente cristão do
Festival da Candelária.
Nos tempos antigos era um festival de limpeza. De limpar a terra e a
confusão de coisas acumuladas no ano interior e que já não serviam
mais. Um tempo de preparação para o novo crescimento quando a
dormência do inverno subitamente irá se transformar na atividade da
primavera. Os nativos americanos faziam a cerimônia do "dar e
receber" , ocasião para que essas coisas serem oferecidas.
Também para banir más atitudes e hábitos, pequenos medos e
ressentimentos, e os maus sentimentos. Ceriomonialmente cada
banimento era representado por um único grão ou por um pau lançado
para dentro do fogo e sendo comumido.
Chega o poder da nova vida que se esconde no repouso, indicando a
necessidade de estar em silêncio e ouvir, para fugir da conversa fiada

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e confusão. O Poder é associado com a meditação e contemplação
cuja essência é o repouso da atividade externa para preparação do
crescimento interior.

IMBOLC – O CRESCIMENTO DA LUZ

Imbolc, Oimelc, Candlemas, Treguenda Lupercalia por Mirella
Faur
Este Sabbath originou-se na antiga Irlanda, nas comemorações da
Deusa Brighid, Brigid ou Brigith, homenageada como a "Noiva do Sol".
Apesar de estarem no auge do inverno, este festival era dedicado ao
aumento da luz e ao despertar das sementes enterradas na terra
congelada. Na Roda do Ano, Imbolc é o oposto de Lughnasadh e
festeja a Deusa como Donzela.
Imbolc ocorre seis semanas após Yule, simbolizando a recuperação
da Deusa após o parto da criança solar e sua transformação em
Donzela jovem e cheia de vigor. A Igreja Católica aproveitou o antigo
significado pagão e transformou esta data na festa da Candelária, a
Purificação de Maria. A própria Deusa Brighid foi cristianizada como
Santa Brígida e seu santuário foi transformado em um mosteiro de
monjas.
Brigidh ou Bride (pronuncia-se Bríd), era uma Deusa Tríplice, regente
da Inspiração (arte, criatividade, poesia e profecia), da cura (ervas,
medicina, cura espiritual e fertilidade) e da Metalurgia (ferreiros,
ourives e artesãos). Por ser uma Deusa do Fogo, era homenageada
com fogueiras, rodas solares, coroas de velas e rituais que
despertavam ou ativavam o Fogo Criador. As lendas celtas
descrevem-na como a Deusa em sua apresentação de Donzela
tocando, com seu Bastão Mágico, a terra congelada pelo Cajado da
Anciã, despertando-a para a vida e aumentando a luz do dia.
O Sabbath Imbolc, cujo nome significa "apressar-se", celebrava o
aumento da luz e a derrota do inverno. Na véspera, todos os fogos e
luzes eram apagados para serem reacesos, ritualisticamente, com as
brasas das fogueiras dedicadas a Brigith.
Neste dia, com a comemoração do Disting, os povos nórdicos
"enterravam" a negatividade e as agruras do inverno, acendendo

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fogueiras nas encruzilhadas e purificavam a terra, salpicando sal e
cinzas sobre ela.
A versão romana deste Sabbath (que originou a Treguenda relativa na
Bruxaria Italiana) era a Lupercália e os alegres festejos para as
Deusas Frebua, Diana e Vênus.
Na maioria das Tradições da Wicca, nesta data, são feitas as
Iniciações dos novos adeptos e as Confirmações das Sacerdotisas.
Por ser Brigith uma Deusa da cura, padroeira das Fontes Sagradas,
ela era invocada nos rituais de purificação e cura, sendo reverenciada
nas Fontes a ela consagradas. Até hoje, em certos lugares da Grã-
Bretanha e Irlanda, as pessoas amarram fitas ou pedaços de roupas
nas árvores próximas às antigas Fontes Sagradas, atualmente
dedicadas a Maria ou às santas católicas, orando para obter a cura de
seus males.
A atmosfera deste festival é marcada pelo despertar das sementes,
dos novos planos e novos projetos, pela iniciação em um caminho
espiritual ou em novas oportunidades, pela aceleração e renovação
das energias, pela purificação e pelo renascimento material ou
espiritual, pela busca de presságios e pela preparação para sua
realização.
Imbolc é uma data propícia para despertar a criatividade e abrir-se
para a inspiração por meio da poesia, canções, narrativas, desenho,
cerâmica ou dança.
Estamos dentro do útero. O inverno ainda não foi embora, mas por
baixo a vida floresce e ganha força. As coisas não acontecem diante
de nossos olhos, mas já estão lá, latente, pulsando, esperando o
momento certo para vir à tona. A Deusa vagarosamente recupera-se
do parto, e acorda sob a energia revigorante do Sol.
Esse é o também chamado Festival das Luzes, em que se acendem
velas por toda a casa, mais especialmente nas janelas, para anunciar
a vinda do Sol e mostrar ao menino Deus seu caminho.
É hora de pedirmos proteção para todos os jovens, em especial para
nossa família e amigos. Devemos mentalizar que o Deus está

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conservando sempre viva dentro de nós a chama da saúde, da
coragem, da ousadia e da juventude.
Representa também os novos começos e o crescimento individual,
sendo o "afastamento do antigo" simbolizado pela varredura do círculo
com uma vassoura,
Apesar de estarem no auge do inverno, este festival era dedicado ao
aumento da luz e ao despertar das sementes enterradas na terra
congelada.
A atmosfera deste festival é marcada pelo despertar das sementes,
dos novos planos e novos projetos, pela iniciação em um caminho
espiritual ou em novas oportunidades, pela aceleração e renovação
das energias, pela purificação e pelo renascimento material ou
espiritual, pela busca de presságios e pela preparação para sua
realização.
Uma data propícia para despertar a criatividade e abrir-se para a
inspiração por meio da poesia, canções, narrativas, desenho,
cerâmica ou dança.
Brígida chega em nossas vidas portando a chama da inspiração. Você
está sem energia? Falta-lhe motivação? Está tão perdido que não
sabe que rumo tomar? Você sonha com algo, mas não se sente com
coragem de realizá-lo? Esta é a hora e a vez de alimentar sua
totalidade e interioridade com a centelha energética da Deusa Brigida
Ela nos diz que uma vida sem o calor de sua chama de inspiração é
totalmente insípida. Abra seu coração e permita que a inspiração seja
o alimento de sua alma, para que você possa se tornar mais segura(o)
e energética.
Na tradição Céltica esta é uma época sagrada em que as portas entre
os mundos estiverem abertas e os eventos mágicos puderem ocorrer.
Na época especial de “Imbolc,” se pode experimentar um celebração
da vida nova que estão sendo preparadas para vir adiante no
equinócio Vernal mas que não apareceu ainda realmente.

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É um momento da esperança, da espera, de sentir a vida nova que
começou na altura do Solstício do inverno em que o sol estado ainda
nos céus e começou então sua viagem com a luz que penetra a
escuridão traz adiante a vida nova.
A Luz está na barriga do mundo e, quando amadurecida inteiramente,
aparecerá em todos seus poder e gloria no Solstício de verão .
A luz que estava na semente com o Solstício de Inverno começa a
agitar a vida nova renovando a esperança e antecipando o que há de
vir.
O Festival das luzes terá uma seção de cura, pedindo ajuda do mundo
espiritual para todos os povos, famílias e para a cura pessoal, neste
novo nascimento.
Vamos revocar a esperança de receber a luz, que é um símbolo da
renovação de toda a vida, e ficarmos abertos para a cura, para
realizar o que você resolveu fazer nessa nova vida.
A atmosfera desse festival é marcada pelo despertar das sementes,
dos novos planos e novos projetos, pela iniciação num caminho
espiritual ou em novas atividades, pela aceleração e renovação das
energias, pela purificação e pelo renascimento espiritual ou material,
pela busca de presságios.
Imbolc é uma data propícia para despertar a criatividade e abrir-se
para inspiração por meio da poesia, canções, narrativas, desenho,
cerâmica ou dança.
ASSIM COMO ESTE SíMBOLO é CONSUMIDO PELO FOGO, DA
MESMA FORMA A ESCURIDãO seja CONSUMIDA PELA LUZ.
ASSIM SEJA.
Como Deusa, Brigid, é uma entidade fortemente vinculada com a
inspiração e a é a força mental que inspira à criatividade. Brigit
também foi uma Deusa muito vinculada à curas (com ervas) e lhe

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eram atribuídos mágicos conhecimentos das propriedades curativas
das plantas.
oráculos eram revelados aos homens.
O seu segundo animal é a Vaca Sagrada. Seu abundante leite nutre
humanos e crianças.
Ela é conectada com o lobo,pois ele é um dos animais totem das Ilhas
britânicas.
E em seu aspecto de Deusa da Morte, ela está associada com o
Abutre ou outras aves de rapina.
Em algumas histórias ou lendas, dizem que foi o próprio São Patrício
que a batizou e ela foi elevada à condição da figura galesa de Maria,
sendo muitas vezes considerada como a parteira de Maria ou até
como a ama do Menino Jesus.
Aqui reconhecemos a Deusa como protetora do parto.
as ilhas de Hébridas, dizem que Santa Brígida protege especialmente
as mulheres que vão dar à luz. Em Ulter, quando um a mulher está
para dar à luz, a parteira coloca um cruz da Santa Brigida nos quatro
cantos da casa e depois canta os seguintes versos:
OUTRAS ASSOCIAÇÕES

A Igreja incorporou este o dia de Brigid como sendo a Festa da
Purificação da Virgem Maria.

Esta luz pode ser vista como o menino novo Jesus que não se
transformou ainda o Christo. Porque o Christo ele é a luz do mundo. A
luz que era formulário dentro carregado da semente pela mãe na
escuridão do Solstice do inverno.

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e Candlemas todos usa velas em alguma maneira significar a vinda da
luz no mundo.
Os dias da festa do Purification do Virgin Mary, a apresentação de
Jesus no
Na Roda do Ano, A Igreja Católica aproveitou o antigo significado
pagão e transformou esta data na festa da Candelária, a Purificação
de Maria.
Por ser uma Deusa do Fogo, era homenageada com fogueiras, rodas
solares, coroas de velas e rituais que despertavam ou ativavam o
Fogo Criador. As lendas celtas descrevem-na como a Deusa em sua
apresentação de Donzela tocando, com seu Bastão Mágico, a terra
congelada pelo Cajado da Anciã, despertando-a para a vida e
aumentando a luz do dia.
Imbolc é um dos quatro festivais celtas.
Dedicado à deusa Brighid, deusa celta do fogo homenageada como a
"Noiva do Sol" , é um festival em que se comemora o regresso do Sol,
do Deus, ou seja, da energia masculina
È também um período de renovação, aproveitado em algumas
tradições pagãs para limpeza e purificação anual das casas deitando
fora tudo o que é velho.

HORA DE PODER – GERMINAÇÃO

A atmosfera deste festival é marcada pelo despertar das sementes,
dos novos planos e novos projectos, pela iniciação de/em um caminho
espiritual ou em novas oportunidades, pela aceleração e renovação
das energias, pela purificação e pelo renascimento material ou
espiritual, pela busca de presságios e pela preparação para sua
realização.

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Imbolc é uma data propícia para despertar a criatividade e abrirmo-nos
para a inspiração por meio da poesia, canções, narrativas, desenho,
escultura ou dança. É altura de renovação pessoal, balanceamento do
que ficou para trás e do que queremos que cresça em nós e nos
nossos projectos.
Imbolc é o regressar da energia do Deus que em conjunto com a
Deusa nos dão a força e a clareza que precisamos para seguir com os
nosso projectos em frente e elevar as fasquias que impomos na nossa
vida. Há que querer mais, com conta e medida, e esta altura é a ideal
para traçar novas metas e objectivos.
E que a roda jamais pare de girar!
Por ser um período em que os temas de renovação, purificação e
abandono do velho para o início do novo estão em destaque,
Imbolc é considerado por algumas Tradições como o melhor
momento para a realização de Ritos de Iniciações, Dedicações,
Wiccanings e outros Ritos de Passagens.
É o momento de limpar e preparar nossas mentes e corpos para o
ressurgimento. A Deusa está mandando embora os escombros do
último ano com a sua sagrada Vassoura. Ela ocupará o espaço
vazio com novas idéias e novos caminhos. Assim como Ela,
temos que nos preparar e limpar o terreno para que o novo possa
entrar em nossa vida.
Coloque a Roda de Velas no centro do Altar.
Trace o Círculo Mágico.
Após delimitar o espaço sagrado, varra o seu Círculo, cantando o
seguinte cântico:
´´Vou banindo pela Terra e Ar.
Vou banindo pelo Fogo e mar
Vou banindo, vou banindo pra purificar
Vou banindo, vou banindo para exterminar
Espiral, espiral, espiral
Sugue o que há de ruim, leve todo mal.´´

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Enquanto canta, mentalize toda a negatividade e azar sendo
banidos de sua vida. Varra e cante até achar que é necessário.
Quando terminar a Varredura, faça a seguinte invocação:
´Com estas luzes eu abro caminho para que a Primavera chegue
com toda a sua fertilidade.

A partir de agora a força do sol cresce e que sua luz possa
fertilizar a Terra.
Que assim seja e que assim se faça!´´
A atmosfera deste festival é marcada pelo despertar das
sementes, dos novos planos e novos projetos, pela iniciação em
um caminho espiritual ou em novas oportunidades, pela
aceleração e renovação das energias, pela purificação e pelo
renascimento material ou espiritual, pela busca de presságios e
pela preparação para sua realização.
É o meio do inverno, onde sentimos mais os ventos frios, nos
impulsionando para ficarmos mais confinados, mais limitados, ficarmos
mais quietos descansando. Porém há movimento dentro da terra com
a nova vida que se esconde por debaixo da superfície.
Está época ensina como a trabalhar o centro do coração, como
demonstrar afeição, como encarar os medos, e como desenvolver
habilidades de liderança. Ajuda a desenvolver a coragem e o poder

O meio do Inverno, a Terra faz a sua própria limpeza preparando-se
para um novo ritmo de crescimento que está por vir. Um momento de
preparação, para planejar, buscar visões e idéias inovadoras.
Um momento do inverno onde podemos sentir a influência solar se
agitando, na frescura do ar. Uma energia estimulante, revigorante e de
limpeza. A semente se rompe, a planta vence a limitação e no ventre
da Mãe Terra uma nova vida que estará por vir, movendo-se para

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debaixo da superfície. Nós aqui na Terra aproveitamos essa energia
para vencer limitações e constrangimentos.
Na Grã-Bretanha, a data era celebrada como Imbolc (fevereiro no
Hemisfério Norte), cujo siginifcado do nome significa barriga (gravidez)
onde se comemorava o retorno da luz e tem o equivalente cristão do
Festival da Candelária.
Nos tempos antigos era um festival de limpeza. De limpar a terra e a
confusão de coisas acumuladas no ano interior e que já não serviam
mais. Um tempo de preparação para o novo crescimento quando a
dormência do inverno subitamente irá se transformar na atividade da
primavera. Os nativos americanos faziam a cerimônia do "dar e
receber" , ocasião para que essas coisas serem oferecidas.
Também para banir más atitudes e hábitos, pequenos medos e
ressentimentos, e os maus sentimentos. Ceriomonialmente cada
banimento era representado por um único grão ou por um pau lançado
para dentro do fogo e sendo comumido.
Chega o poder da nova vida que se esconde no repouso, indicando a
necessidade de estar em silêncio e ouvir, para fugir da conversa fiada
e confusão. O Poder é associado com a meditação e contemplação
cuja essência é o repouso da atividade externa para preparação do
crescimento interior.

O O Sudeste (Noroeste no H. Norte) é o lugar dos padrões de nossa
experiência de vida, o karma e dharma, imagens sacras, e as regras e
leis.
Em muitos aspectos, o Noroeste é uma POSIÇÃO mais exigente e
difícil de segurar a roda da medicina, porque aqui temos de olhar
constantemente para nós mesmos, para Determinar se estamos
medindo até os contratos que temos Estabelecido com um auto e vida
no nosso Livro de vida.. É importante lembrar que cada um de nós

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escreveu o nosso próprio Livro da Vida Antes Que pisou No plano da
Encarnação nesta Terra, e que podemos reescrevê-lo sempre que
assim o desejarem.

Nossa imagem sagrado é a respresentação da expressão inteiramente
desenvolvida de nosso " espírito personality." da natureza verdadeira;
Somos lembrar do realmente de para no. de quem do conosco do
sempre de É constantemente connosco para lembrar-nos de quem
nós somos verdadeiramente, incitando nos tomar o controle de nossa
vida e fazer o estiramento final para a excelência nesta vida.

do nossa do na dos baseadas do ser do devem dos coisas: errado do
certo e, mau do bom e, injusto do eo do justo do, etc. representam
nossa determinação de como as coisas devem ser baseadas em
nossa percepção da moralidade: direito e errado, bom e mau, justo e
injusto, etc.
Padrões de desenvolvimento da experiência repetitiva de seguir as
regras e leis que nós estabelecemos para nós mesmos, ou são
definidas por nós, os fabricantes de "imagem" no coletivo. Após um
período de tempo, esses Padrões tornam-se uma parte normal de
nossas vidas diárias.. Quando se estabelecer padrões que não nos
servem, freqüentemente como uma tentativa de adaptar-se e
obedecer, podemos encontrar-nos comportar de maneiras que são
contrários à nossa imagem sagrada e da Lei Sagrada. Eventualmente
ficamos presos por eles, sendo assim um efeito em vez de causar em
nossas vidas diárias. Uma vez que estamos presos, é extremamente
difícil de nos libertar – mas não impossível!
Nós fogo cruzado "das nossas crianças" e passo para o espelho
escuro do Sudeste quando violamos um Sagrada Lei, mantendo
Padrões disfuncionais esses. Este, por sua vez, provoca estresse,
raiva e dor na nossa vida, resultando em Karma. Apesar da dor e do

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terror que estamos enfrentando, estamos ainda mais medo de deixar
morrer o que tem de morrer, a Fim de Melhorar nossas vidas, como
vidas dos que nos rodeiam, ea vida da Mãe Terra.

Quando finalmente acordar para o fato de que estamos sendo
impiedosamente controlada por esses padrões restritivos, podemos
optar por assumir a responsabilidade por nossas vidas e abrir-nos à
morte, a transformação ea nova vida. É hora de deixar morrer o que
precisa morrer para que possamos nos abrir para novas
possibilidades. Neste ponto devemos tomar nosso poder como seres
sagrados, definir a nossa intenção, passar pelo processo de morte,
(muitas vezes bastante doloroso, mas necessário) e expandir para a
luz de todas as possibilidades. Os padrões disfuncionais se
transformam em novos padrões que estão em equilíbrio e harmonia
com a nossa intenção e da Lei Sagrada. Estamos agora em Dharma,
em causa, ea liberdade de determinar para nós mesmos, a atualização
da nossa imagem sagrada. Este é o espelho de luz do Sudeste.

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