Respiração e como energia força vital: Chi, prana

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O xamã escolhe uma flor, e vai olhando até confirmar a sabedoria ancestral. Nós que estudamos xamanismo, devemos ver a Criação inteira como uma flor desenvolvendo. A escondida semente, da semente para o broto, do broto para o florescimento, da flor para a semente, e ai para a semente escondida novamente.

Da causa invisível para o efeito visível. Da unidade para a diversidade. Do centro para a circunferência.

O xamã vai consciente que existe uma energia vital cósmica vital, que vai em constante movimento e é absorvida pela respiração.

A energia da vida foi passada com a respiração, e é vital para o funcionamento não sómente do corpo físico, mas de um outro corpo sutíl de cujo ser humano é composto.

Algumas tribos americanas chamam essa força vital de “mana”. Místicos do Oriente são conscientes da existência dessa energia, usualmente chamam de “Prana”; os chineses chamam como “Chi”, os japoneses “Ki”.

O principal veículo deste mana ou prana, não é do corpo físico, mas é a energia que o vitaliza, assim como os nervos e o sistema endócrino. A força vital é retirada da reserva cósmica com a respiração, assim como o peixe extrai oxigênio da água. Essa energia é absorvida e refinada através dos chakras, antes de ser distribuída para o corpo físico e sutíl.

A essência de toda a vida é o que alguns xamãs norte-americanos chamam de “Respiração Divina”, ou de “Respiração do Invisível”.

A respiração de vida, contém substância de fogo, força vital que encapsula a essência de que toda a matéria é, por último, formada e emerge de blocos de manifestação física.

A cada inalação, pegamos energia de canais tubulares que nos círculos orientais são conhecidos como “Nadís”.

Existem 3 nadis maiores localizadas na energia corporal, na linha que corresponde a coluna, para uma póosicionada na cora da cabeça. As outras 2 entrelaçadas em volta da nadi central. A nadí que começa do lado direito, carrega a corrente positiva, e a que começa do lado esquerdo carreda a corrente negativa. Elas zigue-zagueam de lado a lado da nadí central, que é neutra.

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As nadís, positiva e negativa, são lincadas com as narinas e extraem substâncias para o corpo físico. As 2 correntes de energia cruzam os pontos, girando os chakras onde as energias são absorvidas e distribuídas.

Sete dos poderes centrais são localizados verticalmente e aproximadamente na linha da espinha (os sete chacras). Existem 3 outros chacras maiores : umn localizado abaixo dos pés (chacra raiz), um entre os tornozelos (chacra dos pés), e um na base do cérebro.

A raiz e a coroa realizam propósitos concernentes a polaridade e fluem de energias áuricas circundantes do corpo físico. Os oito são organizados em uma oitava, conforme a Lei Universal de Harmônicos, a estrutura do ciclo de oito. Esta lei é a fundação dos ensinamentos da Roda Medicinal e das tradições esotéricas. Estes arranjos também indicam que a raiz e a coroa, estão em diferentes dimensões de oito chacras maiores.

O conhecimento do entrelaçamento das nadís e suas funções era guiado por anciãos no símbolo do Caduceu – 2 cobras dançando em volta da varinha.

O Caduceu simboliza o fluxo de energia dentro da entidade humana. Nãoi é sem significado que o Caduceu, mais tarde, tornou-se um símbolo associado com a cura na profissão médica.

Segundo o ensinamento ancestral, o fluxo através das nadís, são alternados.

Os chacras estão localizados ao longo da linha da espinha, onde acumula fina luz de energia – de cuja aura é composta .

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O prana chega até a energia corporal através da respiração, e através das nadis e chacras vitalizam orgãos e centros do corpo físico, sangue, sistema nervoso e glândulas endócrinas.

A saida de energias é experimentada pelo humano através da ação, e a entrada de energia através dos sentidos.

O sistema nervoso parassimpático é altamente complexo, uma sofisticada rede comunicação através de impulsos de energia elétrica e química carregando e operando o motor de funções corporais em oposição ou em combinação com o sistema nervoso simpático que reage a estímulos recebidos pelos sentidos. Nós reagimos, portanto, para imputar altos e baixos níveis de energia.

 

 

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