Aquecimento Global
Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) - Fonte:WWF
O Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPPC) é o órgão das Nações Unidas responsável por produzir informações científicas em três relatórios que são divulgados periodicamente desde 1988. Os relatórios são baseados na revisão de pesquisas de 2500 cientistas de todo o mundo.
O relatório, divulgado em 2 de fevereiro de 2.007,foi o que trouxe a notícia de que os cientistas têm 90% de certeza que a humanidade é responsável pelo aumento de temperatura do planeta.
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Mudanças do Clima - Mudanças de Vida - Greenpeace

Como o aquecimento global já afeta o Brasil
Imagine que a atmosfera que cobre a Terra e nos oferece condições de vida é um oceano com 400 quilômetros de profundidade. O ar que nós respiramos – denso e úmido – fica bem no fundo, nos últimos 30 quilômetros. É justamente nesta fina e delicada camada que estamos jogando imensas quantidades de poluentes por ano. Isto causa mal à nossa saúde e ameaça a saúde do planeta.
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Artigo de Isaac Epstein
O aquecimento global do planeta causado por um aumento dos gases chamados "de estufa", principalmente o C02, bloqueiam a irradiação do calor de volta, da Terra, para o espaço. O aquecimento global é um fenômeno natural, mas cuja cota de exacerbação antropogênica (emissões de gases produtos de combustíveis fósseis, principalmente carvão e derivados de petróleo, de indústrias, refinarias, motores etc.) tem sido amplamente discutida.
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Aquecimento global e o Consumo de Carne

Revista Época 18/02/2008
Parar de comer carne pode salvar a Amazônia?
Militantes e cientistas afirmam que a pecuária bovina está destruindo as florestas e propõem um boicote
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Protocolo de Kyoto

O documento, assinado por 141 países, estabelece metas para a redução de gases poluentes que, acredita-se, estejam ligados ao aquecimento global. Gases como o dióxido de carbono "segurariam" o calor na atmosfera, causando o chamado efeito estufa. Apenas 30 países industrializados, no entanto, estão sujeitos a essas metas. O Brasil ratificou o tratado, mas não teve de se comprometer com metas específicas porque é considerado país em desenvolvimento.
O protocolo foi acordado em 1997 na cidade japonesa de Kyoto, mas só ganhou força para entrar em vigor depois que a Rússia decidiu ratificá-lo, no ano passado. Era necessário que o tratado reunisse os responsáveis por pelo menos 55% das emissões.
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